…o sábado, isto é, o dia de descanso…
1.Quanto mais penetramos na constituição do pacto, mais razões temos para nos maravilhar, tanto pela incompreensibilidade quanto pela sabedoria de Deus.
O salmista do Salmo 119 busca, como observamos, o que é maravilhoso. Ele ora: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Salmos 119.18). Naturalmente, o conhecimento judicial e intelectual não é aqui excluído, mas ele deseja, acima de tudo, conhecer aquilo que está oculto aos sábios e revelado aos simples. O homem recebe essa revelação por meio do desvelamento.
Deus, junto às “dez palavras” que foram tornadas públicas, não oferece palavras íntimas e separadas para seus confidentes, mas os ensina a clamar pela bênção do desvelamento e lhes concede a graça do conhecimento. Então, a palavra humana se torna divina, o mais simples se torna o mais maravilhoso. O nome de Deus não está apenas no evangelho, mas também na lei: Maravilhoso. Ele é o Único e, no entanto: Eu sou o teu Deus; o Oculto e, no entanto: a minha face! O Todo-Suficiente e, no entanto: zeloso! O Incompreensível e, no entanto: nomeável!