1. Que há uma igreja, não se pode ver, mas apenas crer.1 Toda determinação da “essência” da igreja (supondo que se possa falar de tal essência) a partir do que se vê no mundo aqui embaixo, ou com base em axiomas diferentes daqueles revelados na Escritura, é, portanto, uma obra de descrença ou incredulidade – ainda que nela fossem ditas várias verdades. “Inventar” verdades é orgulho, também neste caso.