A manutenção da confissão na Igreja Luterana
Lutero, que se apegava o máximo possível à tradição e preferia limitar-se a melhorar o que já existia, manteve a confissão,1 embora combatesse a concepção jurídica e não quisesse forçar ninguém a confessar. Por isso, a visitação pastoral2 nunca se tornou uma instituição nativa da Igreja Luterana.
É verdade que se deve dar crédito a Lutero, e com ele a muitos de seus seguidores, por sua grande fidelidade no cuidado pastoral de enfermos e moribundos, mas isso não anula o fato de que a visitação pastoral oficial não ocorria. Essa carência fez com que a Igreja Luterana colhesse frutos amargos e perdesse muito de sua influência na vida do povo.
De forma bastante detalhada, os símbolos de fé luteranos e várias de suas ordens eclesiásticas tratam da confissão.