A palavra homilética só entrou em uso em tempos mais recentes. Na Idade Média, falava-se em ars praedicandi (arte de pregar), ars praedicatoria (arte do pregador) (por exemplo, Alanus de Rijssel, Heinrich von Langenstein, Joh. Reuchlin) ou ars concionandi (arte de fazer sermões) (Boaventura). Erasmo deu à sua obra homilética o título de ratione concionandi.
Os manuais de homilética logo após a Reforma geralmente eram chamados ars, ratio ou methodus concionandi (por exemplo, entre homiletas luteranos como Andreae, Hunnius, Osiander, Hülsemann, e entre homiletas reformados como Hyperius, Scultetus, Martinus, Hoornbeek, Gaussen). O nome rhetorica ecclesiastica (retórica eclesiástica) ou sacra (sagrada) ganhou aceitação entre homiletas reformados como Keckermann e Knibbe.