Mal havia trabalhado alguns meses em minha primeira congregação de aldeia, quando fui chamado a uma família onde marido e mulher tinham tido o maior desacordo. A mulher era muito consumista; o homem, poupador, beirando a avareza, e isso, com o tempo, entrou em conflito.
Finalmente, a tempestade irrompeu tão forte que a esposa empurrou seu cônjuge através da vidraça da janela. Desde então, a paz desapareceu de vez.
Quem conhece o caráter popular Frísio, sabe que é preciso muito para realizar uma reconciliação.1 Aquilo que o verdadeiro homem e mulher da Frísia têm a seu favor, quando tudo corre bem, eles têm na mesma medida contra si, quando se trata de uma questão errada, a saber: permanecer inflexivelmente em sua posição.
Pois bem, o pastor, recém-casado e ainda com pouca prática na vida ministerial da congregação, teve que ir lá.